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A OET – Ordem dos Engenheiros Técnicos, é a associação de direito público representativa dos Engenheiros Técnicos, com estatuto aprovado pelo Decreto-Lei n.º 349/99, de 2 de setembro, alterado sucessivamente pela Lei 47/2011, de 27 de junho, e pela Lei n.º 157/2015, de 17 de setembro.

MESA REDONDA DEDICADA AO TEMA “O QUE FAZER PERANTE A PRÓXIMA CRISE SÍSMICA NOS AÇORES?”
Data : 2 Dezembro 2019 | Hora : 18:57

A Ordem dos Engenheiros Técnicos (OET), através da Secção Regional dos Açores, realizou no passado dia 30 de novembro na Biblioteca Pública e Arquivo Regional de Ponta Delgada uma sessão de debate, em formato de mesa redonda, dedicada ao tema “O que fazer perante a próxima crise sísmica nos Açores?“.

Neste evento, aberto ao público em geral e ao qual assistiram mais de meia centena pessoas, pretendeu-se analisar tecnicamente e cientificamente a temática dos sismos à luz das duas últimas crises sísmicas ocorridas no arquipélago dos Açores. Num formato aberto e transversal a toda a sociedade açoriana, vislumbraram-se os efeitos causados por aqueles eventos bem como as metodologias adotadas na reação aos seus nefastos danos com o objetivo de entender qual o caminho já percorrido para evitar que, voltando a acontecer, as populações possam estar efetivamente mais seguras e mais protegidas.

De facto, embora exista o risco de ocorrência de fenómenos sísmicos em vários pontos do território nacional, foi nos Açores que ocorreram as duas últimas grandes crises sísmicas do nosso país, que, como sabemos, teve efeitos devastadores no edificado insular açoriano.

Assim, tomando como foco a realidade arquipelágica, o ponto de partida do debate teve que ver, essencialmente, com a reação das populações e dos poderes públicos então instituídos que, à luz dos acontecimentos, foi condicionada por dois modelos genericamente díspares agora analisados por elementos que participaram diretamente na reconstrução das ilhas Terceira, São Jorge, Graciosa, Pico e Faial.

A audição de quem, de forma direta, teve responsabilidades na resposta a esta catástrofe e de alguma forma contribuiu para a colocação em prática de um conjunto de soluções que aos dias de hoje podem ser  analisados de forma mais distante mas não menos crítica, habilitar-nos-á à criação de mecanismos de prevenção que menorizem as futuras e eventuais consequências de eventos sísmicos similares.

Com o objetivo de sensibilizar a comunidade técnica e a população em geral para a existência de inúmeros técnicos disseminados profissionalmente pelas 9 ilhas do arquipélago que, habilitados pelas mais variadas formações, dão coerência e capacidade a um vasto leque de entidades públicas e/ou privadas na implementação de ações zeladoras dos interesses dos Açores e da generalidade dos açorianos, assumiu-se a intenção de desencadear, a nível regional e nacional, uma reflexão consistente e diversificada que tomasse como base de estudo os dois casos recentes referidos e  a analise comparativa dos dois modelos de reação/intervenção então adotados.

As conclusões do debate, que se anexam, resumem-se a cinco pontos:

1. Ao nível do que se considerou serem medidas essenciais com vista à diminuição do impacto normalmente associado à ocorrência de grandes sismos é entendido, como indispensável, a realização de um levantamento das condições dos edifícios públicos estratégicos de forma a aferir o seu estado de segurança e estabelecer e identificar critérios que garantam a adoção de medidas para tornar os edifícios públicos mais resilientes à ocorrência de eventos sísmicos de grande intensidade.

2. Ao nível da prevenção, foi identificada, como mais valia, a criação de um sistema de certificação sísmica associado aos edifícios que venham a ser licenciados de forma a que seja possível não só melhorar e enriquecer o parque habitacional da Região, mas também, dar garantias de segurança às populações que os habitam.

3. Propor ao Governo Regional dos Açores, através da Secretaria Regional dos Transportes e Obras Públicas, a formação de um grupo de trabalho multidisciplinar, com o objetivo de levar a cabo, no menor tempo possível, as propostas de trabalho descritas nos dois pontos anteriores.

4. Identificada também a importância e mais valia na criação, na Universidade dos Açores, de um curso de especialização que possa formar técnicos que possam integrar uma bolsa de especialistas que garantam uma análise constante às condições no terreno de forma a servirem de apoio à decisão para as entidades públicas.

5. Definiu-se como objetivo final a realização de um novo ato público dedicado à temática dos sismos no espaço de um ano como forma de promover sensibilidades e aferir eventuais avanços que venham a ser conquistados neste período temporal.

Aceda às Conclusões Debate.

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Esclarecimento acerca do “certificado digital inválido” nas declarações da OET
Data : 13 Novembro 2019 | Hora : 17:17

A OET informa que as suas declarações estão a aparecer com uma mensagem de “certificado inválido” devido a um problema de validação da cadeia de confiança do mesmo por parte da MultiCert, não sendo esta situação da responsabilidade da OET, continuando a aguardar-se a resolução do problema.

Ainda assim, apesar da informação de “certificado inválido”, é possível observar que:

1. O certificado digital encontra-se válido até maio de 2022:

CD01

2. A certificação atesta ainda que o documento não foi alterado desde a sua emissão:

CD02

Por outro lado, a certificação da veracidade da declaração da OET não é feita pela assinatura digital, mas pelo código (ou QR Code) que se encontram no canto superior direito (a validação é feita no sistema de informação da OET através de mecanismos seguros).

A certificação digital é só uma medida adicional para assegurar que o documento não é adulterado após a sua emissão.

Neste momento a OET está a ponderar a possibilidade de retirar a certificação digital das declarações, até que o problema se encontre resolvido por parte da MultiCert.

Informação também disponível em www.oet.pt

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BIM – TRENDS AND INNOVATION 2019
Data : 7 Novembro 2019 | Hora : 15:41

04 | DEZ | 2019 • ISEP – AUDITÓRIO MAGNO

 

O ISEPBIM está a organizar a 4ª edição do evento BIM Trends and Innovation (BIMTI 2019) com o objetivo de promover e disseminar a metodologia BIM junto das comunidades técnica e académica.

O evento BIMTI 2019 irá decorrer no dia 4 de dezembro, 4ª feira, entre as 14h00 e as 19h00, no Auditório Magno, do Instituto Superior de Engenharia do Porto (ISEP-IPP).

Depois do sucesso das edições dos 3 anos anteriores (BIMTI 2016, BIMTI 2017 e BIMTI 2018) que contaram com a participação de cerca de 200 participantes cada e trouxeram a Portugal especialistas de renome internacional na área do BIM, a edição deste ano segue a mesma estratégia e irá contar com a presença de especialistas internacionais de empresas como a BuroHappold, Forster&Partner, SWECO Norway ou INFRABIM —entre outras— e personalidades nacionais como o Arq. Pedro Vaz (Presidência da República Portuguesa) e a Enga. Paula Teles (mpt). (+ info)

O programa do evento inclui 2 sessões direcionadas para a experiência europeia e sustentabilidade e para as áreas em consolidação e emergentes na aplicação de metodologias BIM.

A inscrição no evento é obrigatória e deverá ser realizada através da página web do evento até ao próximo dia 29 de novembro. (+inscrições)

 

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Guia de aplicação da série de normas NP EN 62305 – Proteção Contra as Descargas Atmosféricas
Data : 5 Novembro 2019 | Hora : 14:57

O IEP como Organismo de Normalização Sectorial coordena perto de cinco dezenas de Comissões Técnicas de Normalização Eletrotécnica (CTE).
Para além de elaborarem as normas portuguesas (NP) do sector elétrico e de participarem na elaboração das normas europeias (Cenelec) e internacionais (IEC), as CTE emitem pareceres técnicos sobre assuntos da sua competência específica e produzem documentos que auxiliam os profissionais e as empresas a terem cada vez mais qualidade e eficiência no seu trabalho.

Uma dessas Comissões, a CTE 81 – Proteção contra descargas atmosféricas e seus efeitos, elaborou recentemente o Guia Técnico de Apoio à Utilização da série de normas NP EN 62305 – Proteção contra Descargas Atmosféricas.

Aceda aqui à respetiva página.

Este Guia pode ser aqui obtido gratuitamente, sendo constituído pelas seguintes partes:

Introdução
Parte 1
Parte 2
Parte 3
Parte 4

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VII SEMANA DA REABILITAÇÃO URBANA DO PORTO
Data : 23 Outubro 2019 | Hora : 10:54

 11 A 15 DE NOVEMBRO

PALÁCIO DA BOLSA

 

Reabilitar, Regenerar, Reutilizar é o tema da VII Edição da Semana da Reabilitação Urbana do Porto que este ano regressa com múltiplas iniciativas integradas num painel que promete abordar os temas mais recentes do setor imobiliário e da construção.

Aceda aqui à página do evento.

Aceda aqui ao programa ou inscrição no evento.

13 NOVEMBRO | 10h00

Um novo regime legal à Reabilitação Urbana – Academia da Reabilitação

Coorganização: Vida Imobiliária | OET

 

Sinopse:

Com a revogação do Regime Excecional para a Reabilitação Urbana – RERU e a aprovação um Novo Quadro Legal para a Reabilitação Urbana, está lançada uma nova discussão neste importante sector da Indústria da Construção. Qual o impacto do fim do RERU no licenciamento urbano? Vem o novo regime criar exigências ou apenas estabelecer uma clarificação das regras e criar novas escalas de valoração?

ACEDA AQUI AO PROGRAMA

INSCREVA-SE AQUI

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